quinta-feira, novembro 17, 2005
CINEMA PORTUGUÊS
Compreendo a posição de Augusto M. Seabra no Público de hoje. Mas não a partilho. Porque penso, que de facto, o cinema português não é coisa sobre que se fale em excesso. Alguns falam, mas a grande maioria não. Ora a vitalidade de um cinema, de qualquer cinema, passa pela fala e pelo ver abrangendo uma parte significativa da população. Vemos mais filmes de Almodovar do que de João Mário Grilo e falamos mais de Almodovar do que de João Mário Grilo. Ver, falar, escrever são atitudes que ajudam a fazer o cinema, sobretudo se generalizadas.
Depois a questão das duas associações. Acordo, unanimidade. Como é possível que os cineastas não vejam que a união faz a força? Como é possível que pessoas inteligentes não saibam dialogar, argumentar, negociar?
O estudo: ainda não tive acesso ao estudo que parece estar a criar alguma polémica. Mas o mais importante seria encontrar plataformas para fazer andar o cinema de forma mais coerente. Há sempre caminhos. Mas nem todos levam a a lugares interessantes. Temos essa experiência no dia a dia, quando estamos em encruzilhadas. Será que o estudo não deixa entrever alguns caminhos mais interessantes?
Depois a questão das duas associações. Acordo, unanimidade. Como é possível que os cineastas não vejam que a união faz a força? Como é possível que pessoas inteligentes não saibam dialogar, argumentar, negociar?
O estudo: ainda não tive acesso ao estudo que parece estar a criar alguma polémica. Mas o mais importante seria encontrar plataformas para fazer andar o cinema de forma mais coerente. Há sempre caminhos. Mas nem todos levam a a lugares interessantes. Temos essa experiência no dia a dia, quando estamos em encruzilhadas. Será que o estudo não deixa entrever alguns caminhos mais interessantes?