sexta-feira, junho 30, 2006
AVANCA 2006
Ver o post de hoje em As Imagens e Nós.
quinta-feira, junho 29, 2006
UM FILME NO IPF, na 2a, dia 3 de Julho, às 21h 30m

O filme franco-luso-suiço-brasileiro DIABO A QU4TRO / LE DIABLE À QU4TRE de ALICE DE ANDRADE vai ser apresentado em ante-estreia no INSTITUTO FRANCO-PORTUGUÊS (Av. Luís Bívar, 91) dia 3 de JULHO às 21h30. A entrada é livre.
O filme, de 2004, produzido pela Filmes do Tejo (Portugal) e Ravina Filmes (Brasil) estreou em França em Fevereiro deste ano e conta com a interpretação de Maria Flor, Marcelo Faria, Márcio Libar, Netinho Alves, Jonathan Haagensen e um argumento escrito a 7 mãos: Pauline Alphen, Jacques Arhex, Joaquim Assis, Alice de Andrade, Jean-Vincent Fournier, Cláudio MacDowell, Evandro Mesquita.
Trata-se de uma comédia social que se passa entre o Brasil rural de Minas Gerais e o “mundo” de fantasias de Copacabana, o “bilhete postal” do Rio. Quatro solitários sonhadores vão cruzar-se naquele perímetro que se resume a algumas ruas e uma praia. Com interesses muitas vezes opostos eles vão no entanto tornar-se amigos.
Rita de Cássia (Maria Flor) é uma jovem da Amazónia com traços de índia e corpo de Vénus cujo carácter afável esconde uma determinação de ferro. Waldick (Netinho Alves) é um garoto que fugiu da sua vida apagada em Minas Gerais para ir “fazer fortuna” no Rio. Paulo Roberto (Marcelo Faria) é um surfista com neurónios e vocabulário reduzidos a quase nada pelo abuso do sol e da marijuana, cuja coroa de glória é conseguir os favores das prostitutas do bairro . Tim Mais (Márcio Libar) é um proxeneta dono da “Heaven Promotions” na qual trabalham algumas jovens prostitutas…
A este mundo de quase fantasia opõe-se o das vastas montanhas do estado de Minas Gerais aonde uma louca escapada leva as personagens. Aqui, os quatro vão confrontar-se, afrontar-se e descobrir-se maiores do que pensavam.
O Diabo a Qu4tro é a primeira longa-metragem de Alice de Andrade (filha do cineasta Joaquim Pedro de Andrade) que tem já uma longa carreira como primeira assistente de realização com grandes cineastas como Joaquim Pedro de Andrade, John Boorman, Ruy Guerra, Murilo Salles, Carlos Diegues, Walter Lima, Jr. e André Téchiné). Uma bolsa de estudos levou-a a Cuba para cursar argumento na Escuela Internacional de Cine y Television de San António de Los Baños.
Vivendo entre Paris e Rio de Janeiro Alice Andrade tem acumulado vários prémios.: Luna de Miel, (1993), documentário de 24 minutos, premiado no Festival de Havana; Dente por Dente, (1994), ficção de 22 minutos, vencedor dos prémios de Melhor Argumento e Melhor Realização no Festival de Brasília, 1994 e Melhor Direção de Arte nos Festivais de Fortaleza, Cuiabá e Gramado, 1995; Le Pari Burkinabé (Passado, Presente e Meio Ambiente), documentário de 52 minutos filmado no Burkina Faso, Prémio de Melhor Média-Metragem Ambiental no Festival Internacional de Cinema Ambiental – FICA (1998); além de sete outros documentários, de curtas e médias-metragens.
Site: http://www.ifp-lisboa.com
recebido do IFP
O Colonialismo na Doc-List, Finalmente!

Caríssimos colegas fílmicos e blogueiros!
Finalmente, depois de tantos anos de incómodo silêncio, neste preciso momento, está a acontecer uma troca de opiniões interessantíssima na Doc-List (que é de acesso restrito q.b.) sobre a existência de filmes sobre o colonialismo português, a existência do próprio colonialismo português e até, quem sabe, sobre a existência da necessidade de reflectirmos sobre a existência, ou não, de ambas as categorias de eventos e suas designações actuais e à época - até já vi anunciar filmes em saldo (tudo!!!) sobre o ULTRAMAR !! ??
Por favor continuem e se quiserem, saltem fora da lista aqui para a blogosfera mais pública, que não mais púdica, ou nem sempre. Tá?
Super Man
quarta-feira, junho 28, 2006
SUPER-HOMEM
Hoje, no Público
"Super-Homem de volta ao cinema
"Super-Homem de volta ao cinema
Rita Siza Washington
O quinto filme da série do mais importante super-herói americano tem a assinatura
de Bryan Singer. A estreia em Portugal é a 10 de Agosto
1940 Começa o programa radiofónico As Aventuras de Super-Homem, que durará 11 anos.
1941 Primeira animação de Super-Homem chega ao cinema. A curta-metragem é nomeada para o Óscar.
1948 Com Man of Reel, o bailarino Kirk Alyn torna-se o primeiro actor a interpretar o papel de Super-Homem.
1952 As Aventuras de Superman passa a série televisiva. George Reeves é o actor que desempenha o papel do super-herói nos 104 episódios.
1966 Comédia musical It"s a Bird, It"s a Plane, It"s Superman estreia-se na Broadway - encerra ao fim de 128 espectáculos.
1974 Início da produção de Superman: The Movie. Robert Redford é o actor preferido para a personagem, mas acaba por ser ultrapassado pelo jovem Christopher Reeve.
1977 Início das filmagens de Superman, que duram 19 meses e já incluem partes da sequela.
1978 A DC Comics publica o polémico Superman vs. Muhammad Ali, em que o pugilista derrota o super-herói. O filme Superman estreia-se e é um sucesso estrondoso.
1981 Superman II nos cinemas.
1983 Superman III
1987 Superman IV: The Quest for Peace é uma desilusão.
1988 O Super-Homem é a capa da revista Time, que celebra o 50.º aniversário do super-herói.
1992 No final do ano, a DC Comics começa a publicitar a morte do seu personagem. O número de Janeiro de 1993, quando o Super-Homem morre, vende seis milhões de cópias. Oito meses depois, o herói ressuscita...
1993 A cadeia ABC estreia a série cómico-romântica Lois & Clark: The New Adventures of Superman.
1996 Clark Kent e Lois Lane casam-se na série da ABC e nas revistas da DC Comics.
1997 O actor Nicolas Cage assina contrato para se tornar o Super-Homem do quinto filme do super-herói, cuja produção está em desenvolvimento há um ano.
2001 A WB, canal por cabo da Warner Brothers, estreia a série Smallville, que conta as histórias da adolescência de Clark Kent.
2004 O quarto realizador contratado para Superman Returns abandona o projecto e Bryan Singer é contratado. O actor Brandon Routh, com experiência apenas nalgumas novelas americanas, torna-se o novo super-herói.
2006 O Super-Homem regressa ao cinema. "
segunda-feira, junho 26, 2006
O CINEMA NA ERA DIGITAL
é o título do artigo de hoje de Manuel S. Seabra, no Público.
"Há assim dois discursos que desde logo me importa questionar. Um, de um certo tipo de cinefilia que se basta na reprodução infindável de uma "política de autores", que a propósito lá vem com a sua cartilha do godardianismo portátil. O outro, no caso mais relevante, é afinal o da "self-fulfilling prophecy" tão explicitamente proclamada neste "Village Festival", como patente nas afirmações do seu director, Marco Espinheira: "O objectivo é a divulgação do cinema da exibição digital. (...) Este festival é uma antecipação - estamos a falar hoje a linguagem de amanhã" (PÚBLICO de 21/06). "
e o artigo termina com uma chamada de atenção para as transformações que o cinema introduz na experiência do cinema. Não sei se o denegar não será um termo demasiado condenatório.
"Face aos finados das salas de cinema, é caso de falar de The Last Picture Show, de A Última Sessão no título português. Nem mais - o realizador desse elegíaco filme, Peter Bogdanovich, publicava a 26/03 no Los Angeles Times um lamento, "Moving Away From The Movie Theatre"; a 07/04, no New YorkTimes, era a vez da argumentista e realizadora Nora Ephron, que retomava mesmo o título "The Last Picture Show".
Dizia Bodgnadovich que a perspectiva de ver filmes num iPod era "arrepiante". Catastrofismo? Então, por agora, apenas notas de um ano que suponho de viragem. O filme-arauto, digital, Bubble de Steven Soderbergh, estreou a 27/01, simultaneamente em sala e pay tv, e quatro dias depois saía em dvd (é hoje o filme de encerramento do "Village"). O triunfo do ano é uma nova animação digital da Pixar, Cars (estreia quinta-feira). Esta semana, na consequência do acordo Disney-Pixar, Steve Jobs, o homem da Apple, a força por detrás da Pixar, participará pela primeira vez num conselho de administração da Disney. E Jobs acaba de anunciar ter no horizonte o download de um filme como O Padrinho num iPod. Como é possível falar de "cinema digital" sem considerar também que meios digitais alteram radicalmente e denegam a experiência cinematográfica? "
"Há assim dois discursos que desde logo me importa questionar. Um, de um certo tipo de cinefilia que se basta na reprodução infindável de uma "política de autores", que a propósito lá vem com a sua cartilha do godardianismo portátil. O outro, no caso mais relevante, é afinal o da "self-fulfilling prophecy" tão explicitamente proclamada neste "Village Festival", como patente nas afirmações do seu director, Marco Espinheira: "O objectivo é a divulgação do cinema da exibição digital. (...) Este festival é uma antecipação - estamos a falar hoje a linguagem de amanhã" (PÚBLICO de 21/06). "
e o artigo termina com uma chamada de atenção para as transformações que o cinema introduz na experiência do cinema. Não sei se o denegar não será um termo demasiado condenatório.
"Face aos finados das salas de cinema, é caso de falar de The Last Picture Show, de A Última Sessão no título português. Nem mais - o realizador desse elegíaco filme, Peter Bogdanovich, publicava a 26/03 no Los Angeles Times um lamento, "Moving Away From The Movie Theatre"; a 07/04, no New YorkTimes, era a vez da argumentista e realizadora Nora Ephron, que retomava mesmo o título "The Last Picture Show".
Dizia Bodgnadovich que a perspectiva de ver filmes num iPod era "arrepiante". Catastrofismo? Então, por agora, apenas notas de um ano que suponho de viragem. O filme-arauto, digital, Bubble de Steven Soderbergh, estreou a 27/01, simultaneamente em sala e pay tv, e quatro dias depois saía em dvd (é hoje o filme de encerramento do "Village"). O triunfo do ano é uma nova animação digital da Pixar, Cars (estreia quinta-feira). Esta semana, na consequência do acordo Disney-Pixar, Steve Jobs, o homem da Apple, a força por detrás da Pixar, participará pela primeira vez num conselho de administração da Disney. E Jobs acaba de anunciar ter no horizonte o download de um filme como O Padrinho num iPod. Como é possível falar de "cinema digital" sem considerar também que meios digitais alteram radicalmente e denegam a experiência cinematográfica? "
sábado, junho 24, 2006
INTERNET MOVIE DATABASE
Será que não deveria figurar como um link deste blogue?
sexta-feira, junho 23, 2006
FILME DE ZEP sobre Stuart
No As Imagens e Nós coloquei este post
Ontem, na entrega dos prémios Stuart, foi exibida uma animação feita por Zepe. Mais um bom trabalho no cinema de animação feito em Portugal.
ver também outros post em 1001 Razões para Gostar de Portugal e em Os Media, o Jornalismo e Nós.
Ontem, na entrega dos prémios Stuart, foi exibida uma animação feita por Zepe. Mais um bom trabalho no cinema de animação feito em Portugal.
ver também outros post em 1001 Razões para Gostar de Portugal e em Os Media, o Jornalismo e Nós.
quinta-feira, junho 22, 2006
Gilles Deleuze face aux images en mouvement
Antes houve dois livros. Agora foi editado um CD
Excerpt d'un article paru dans l'édition du Le Monde, du 15.06.06
QU'EST-CE QUE le cinéma comprend à la philosophie, et vice versa ? Bien peu de philosophes ont tenté de répondre. Gilles Deleuze fut l'exception, « le » philosophe qui écrivit sur le cinéma ( L'Image-mouvement et L'Image-temps, éditions de Minuit, 1983 et 1985) et qui considéra les cinéastes comme des penseurs. Ces deux livres avaient été précédés de cours donnés à Paris-VIII-Saint-Denis, de 1981 à 1984, dans un baraquement au bord du périphérique. C'est une partie de ces cours (environ six heures sur des centaines) qui est aujourd'hui éditée en CD, sous la direction de Claire Parnet et Richard Pinhas.
Il ne s'agit pas d'une histoire du cinéma. Deleuze aborde le cinéma en termes d'images et de concepts, comme un mécanisme de la pensée, sans jamais faire référence aux théories sémiologiques, structuralistes ou psychanalytiques édictées par Jean Mitry, Roland Barthes, Christian Metz, Noël Burch ou Raymond Bellour. Il réinvente le cinéma par la philosophie, en partant de Bergson, et en particulier de son livre Matière et mémoire qui, rappelle-t-il, fut publié en 1896, un an après L'Arrivée d'un train en gare de La Ciotat de Louis Lumière.
Qu'est-ce qui unit Bergson et le cinéma ? D'abord l'analyse du mouvement et la découverte que celui-ci est une succession d'instantanés. Autrement dit : ce qui rend une image visible, ce n'est pas une lumière (venue, par exemple, d'un projecteur), mais une autre image, projetée avant ou après.
Fidèle à Bergson, Deleuze distingue trois types d'images-mouvement : l'image-perception, l'image-action et l'image-affection. Imaginez, dit-il, un cow-boy filmé de face, qui regarde l'horizon : c'est l'image-perception, celle des champs, contrechamps et panoramiques. Lorsque nous voyons ce qu'il voit, l'arrivée des Indiens à l'horizon : c'est l'image-action, celle du travelling. Et quand le cow-boy reçoit une flèche : c'est l'image-affection, celle du gros plan.
Ses analyses de séquences (entièrement orales, jugez l'exploit) sont un régal. « L'image-affection, c'est le gros plan, et le gros plan, c'est le visage », insiste-t-il avec passion, analysant les deux « pôles » du visage, selon qu'il désire, aime et hait, ou qu'il admire et pense (une scène du Lulu de Pabst lui sert de modèle pour montrer comment l'héroïne et Jack l'Eventreur passent insensiblement d'un pôle à l'autre, de l'émerveillement à la terreur).
(...)
Jean-Luc Douin
Excerpt d'un article paru dans l'édition du Le Monde, du 15.06.06
QU'EST-CE QUE le cinéma comprend à la philosophie, et vice versa ? Bien peu de philosophes ont tenté de répondre. Gilles Deleuze fut l'exception, « le » philosophe qui écrivit sur le cinéma ( L'Image-mouvement et L'Image-temps, éditions de Minuit, 1983 et 1985) et qui considéra les cinéastes comme des penseurs. Ces deux livres avaient été précédés de cours donnés à Paris-VIII-Saint-Denis, de 1981 à 1984, dans un baraquement au bord du périphérique. C'est une partie de ces cours (environ six heures sur des centaines) qui est aujourd'hui éditée en CD, sous la direction de Claire Parnet et Richard Pinhas.
Il ne s'agit pas d'une histoire du cinéma. Deleuze aborde le cinéma en termes d'images et de concepts, comme un mécanisme de la pensée, sans jamais faire référence aux théories sémiologiques, structuralistes ou psychanalytiques édictées par Jean Mitry, Roland Barthes, Christian Metz, Noël Burch ou Raymond Bellour. Il réinvente le cinéma par la philosophie, en partant de Bergson, et en particulier de son livre Matière et mémoire qui, rappelle-t-il, fut publié en 1896, un an après L'Arrivée d'un train en gare de La Ciotat de Louis Lumière.
Qu'est-ce qui unit Bergson et le cinéma ? D'abord l'analyse du mouvement et la découverte que celui-ci est une succession d'instantanés. Autrement dit : ce qui rend une image visible, ce n'est pas une lumière (venue, par exemple, d'un projecteur), mais une autre image, projetée avant ou après.
Fidèle à Bergson, Deleuze distingue trois types d'images-mouvement : l'image-perception, l'image-action et l'image-affection. Imaginez, dit-il, un cow-boy filmé de face, qui regarde l'horizon : c'est l'image-perception, celle des champs, contrechamps et panoramiques. Lorsque nous voyons ce qu'il voit, l'arrivée des Indiens à l'horizon : c'est l'image-action, celle du travelling. Et quand le cow-boy reçoit une flèche : c'est l'image-affection, celle du gros plan.
Ses analyses de séquences (entièrement orales, jugez l'exploit) sont un régal. « L'image-affection, c'est le gros plan, et le gros plan, c'est le visage », insiste-t-il avec passion, analysant les deux « pôles » du visage, selon qu'il désire, aime et hait, ou qu'il admire et pense (une scène du Lulu de Pabst lui sert de modèle pour montrer comment l'héroïne et Jack l'Eventreur passent insensiblement d'un pôle à l'autre, de l'émerveillement à la terreur).
(...)
Jean-Luc Douin
quarta-feira, junho 21, 2006
FESTIVAL DE CINEMA DIGITAL

Está a decorrer, em Lisboa, de 21 a 25 de Junho, o I FESTIVAL DE CINEMA DIGITAL.
"Tonino Guerra, de 86 anos, e Marco Martins, de 34, são os autores de Um Ano Mais Longo, a curta-metragem que abre hoje (22h) o Lisbon Village Festival, dedicado ao cinema digital, no Teatro Municipal São Luiz (só por convite).
Tonino Guerra esteve pela primeira vez em Lisboa em Junho do ano passado, a convite do Sete Sóis. Conhece mal a cidade e estava sobretudo interessado em trabalhar com os bairros antigos, diz Barsotti. Para lhe propor que se juntasse a Marco Martins, o director do Sete Sóis mostrou-lhe Alice. "Ele gostou muito do filme e achou que podia trabalhar com aquele jovem realizador. Gostou do seu olhar", acrescenta Barsotti. "O Tonino esteve recentemente na Rússia e falou do Marco, disse que ele era a nova grande figura do cinema português. É interessante ver como dois homens tão diferentes se encontraram neste projecto."
Não é só a idade que os separa. Marco Martins e Tonino Guerra partiram com objectivos diferentes para filmar Lisboa. O italiano queria filmar a cidade antiga, o imobilismo dos bairros; o português a contemporânea, a mudança e o multiculturalismo. O italiano estava interessado em criar imagens poéticas, o português está habituado à realidade como ela é."
No Público, hoje.
terça-feira, junho 20, 2006
FESTIVAL DE AVANCA 26 a 30 de Julho
domingo, junho 18, 2006
TERMINOU O DOC'S KINGDOM
onde fui reencontrar o Ricardo Matos Cabo, que foi meu aluno na Universidade de Coimbra. Na foto, com Heja Ho Kramer, filha de Robert Kramer e co-autora do último filme visto, I'll Be your Eyes, You 'll Be Mine.
.
O José Manuel Costa encerrou, como habitualmente, os trabalhos. Wiseman, cinema feito por crianças e jovens, ligação com as gentes de Serpa, introdução de espaços temáticos d com investigadores, leitura de imagens através de uma intervenção semelhante à que Wiseman protagonizou foram as minhas breves reflexões finais. Em 2007 poderei estar mais tempo, espero.

.O José Manuel Costa encerrou, como habitualmente, os trabalhos. Wiseman, cinema feito por crianças e jovens, ligação com as gentes de Serpa, introdução de espaços temáticos d com investigadores, leitura de imagens através de uma intervenção semelhante à que Wiseman protagonizou foram as minhas breves reflexões finais. Em 2007 poderei estar mais tempo, espero.

sexta-feira, junho 16, 2006
FINANCIAMENTO DE ARGUMENTOS
No site do ICAM estão anunciados estes financiamentos.
"Abertura do Concurso de Apoio Financeiro Selectivo à Escrita de Argumentos Cinematográficos para Longas Metragens de Ficção
O Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia (ICAM) anuncia, de acordo com o disposto no art. 8º do Regulamento de Apoio Financeiro Selectivo à Escrita de Argumentos Cinematográficos para longas metragens de ficção, aprovado pela Portaria nº 280/2000, de 22 de Maio, os termos do Concurso de 2006:
1. Apoio financeiro a conceder para o presente concurso: € 90 000 (noventa mil euros)
2. Montante máximo a conceder por projecto: € 10.000 (dez mil euros)
3. Âmbito de aplicação (art. 1º do Regulamento).
4. Requerentes: Argumentistas e produtores cinematográficos.
5. Beneficiários do apoio financeiro: Argumentistas e produtores cinematográficos.
6. Data limite para apresentação de candidaturas: até às 17h 30 do dia 17 de Julho de 2006.
7. O pedido de apoio financeiro deverá ser apresentado no ICAM, o original em papel e as cópias em número de três, em suporte digital – CD ROM.
8. Composição do Júri:
Inês Pedrosa - Presidente
Possidónio Cachapa
Vicente Alves d’Ó"
"Abertura do Concurso de Apoio Financeiro Selectivo à Escrita de Argumentos Cinematográficos para Longas Metragens de Ficção
O Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia (ICAM) anuncia, de acordo com o disposto no art. 8º do Regulamento de Apoio Financeiro Selectivo à Escrita de Argumentos Cinematográficos para longas metragens de ficção, aprovado pela Portaria nº 280/2000, de 22 de Maio, os termos do Concurso de 2006:
1. Apoio financeiro a conceder para o presente concurso: € 90 000 (noventa mil euros)
2. Montante máximo a conceder por projecto: € 10.000 (dez mil euros)
3. Âmbito de aplicação (art. 1º do Regulamento).
4. Requerentes: Argumentistas e produtores cinematográficos.
5. Beneficiários do apoio financeiro: Argumentistas e produtores cinematográficos.
6. Data limite para apresentação de candidaturas: até às 17h 30 do dia 17 de Julho de 2006.
7. O pedido de apoio financeiro deverá ser apresentado no ICAM, o original em papel e as cópias em número de três, em suporte digital – CD ROM.
8. Composição do Júri:
Inês Pedrosa - Presidente
Possidónio Cachapa
Vicente Alves d’Ó"
sexta-feira, junho 09, 2006
FABRICAR IMAGENS...
Hoje, dia 8, fiz, no As Imagens e Nós, um post intitulado Fabricar imagens.
